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Software de Sistemas de Informação

06 dez

Software de Sistemas de Informação

Linguagens e Ferramentas de Programação

Os profissionais em SI precisam maduros o suficiente para perceber que nem sempre uma tecnologia, mesmo conceitualmente ou contextualmente tida como a melhor é a mais indicada para os objetivos da empresa quando se trata principalmente no desenvolvimento a nível de sistemas de informação. Isso não é diferente para linguagens e ferramentas de programação.

Normalmente a escolha destes recursos esta posteriormente vinculado as diretrizes estabelecidas pelo projeto estruturado de SI. Em muitos casos a escolha de pacotes de aplicativos e sistemas ERP também determinar o uso de determinadas linguagens e recursos.

Linguagens de programação de 4a geração como o SQL aliada a as linguagens orientadas a objetos (OO) como a Java, e as ferramentas que provém estes recursos, tem sido opções muito interessantes para o profissional que deseja se especializar nesta área.

O uso de linguagens que provém o recurso da programação visual, permitem que o desenvolvimento de sistemas de uma maneira mais fácil e intuitiva, como é o caso do Visual Basic, Delphi e Visual C++.

Algumas ferramentas de programação como o Visual Café, JBuilder da Borland, e outras ferramentas específicas, tem permitido um considerável ganho de tempo em termos de desenvolvimento a partir da utilização da linguagem Java.

Ferramentas de modelagem como o ER-Win da Computer Associate, o Rational Rose da Rational, o Microsoft Visio da Microsoft, o CaseStudio da Charoware entre outras ferramentas, tem facilitado e muito o processo de modelagem e análise de sistemas.

Na gestão de projetos podemos citar como exemplo o Microsoft Project que auxilia no planejamento, desenvolvimento e execução de projetos de qualquer natureza.

A partir dos conceitos de OO, podemos gerar bibliotecas de objetos e estes podem ser utilizados pelas mais diversas aplicações. Isto acontece porque muitos objetos detém características e funcionalidades muito parecidas com outros objetos que podem ser utilizados em outras aplicações.

Como exemplo podemos citar o caso de um hotel e uma locadora de automóveis: Ambos possuem um Check-in (verificação de entrada) onde são solicitados documentos e repassado o “bem” à ser locado, Check-out (verificação de saída) que verifica o tempo de utilização e consumo (no caso de um hotel) e da mesma forma procede com a verificação da Km (consumo) e tempo de utilização do veículo e do quarto de hotel.

Em um conceito de RAD (Rapid Aplication Development) são utilizadas bibliotecas de objetos que permitem a criação de uma variedade muito grande de aplicativos.

O conceito de middleware está vinculado diretamente a possibilidade que a OOP oferece na utilização de recursos em uma rede de computadores. Este termo define o padrão de como os objetos podem ser localizados e consultados, permitindo então a percepção de sua estrutura e recursos.

O CORBA (Common Object Request Broker Aplication) é um exemplo de middleware que padroniza e oferece funcionalidades de acesso a banco de dados, assim como o DCOM (Data Component Object Model) da Microsoft. Estes exemplos estão consolidando-se no mercado impulsionados principalmente pela grande diversidade de aplicações “distribuídas” geradas pelas corporações.

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Márcio Leitão

 

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